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Donald Trump avisa que a Coreia do Norte se arrependerá se atacar a ilha dos Estados Unidos no oceano Pacífico

O líder republicano disse que está pronto para dar "resposta rápida". (Foto: Reprodução)

Nessa sexta-feira, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, alertou que o líder norte-coreano, Kim Jong Un, vai se “arrepender rapidamente” caso continue com as suas ameaças aos territórios norte-americanos e aos seus parceiros. Ele frisou que o governo de Washington está disposto a agir contra a nação nuclearmente armada.

“Se ele proferir alguma intimidação na forma de ameaça aberta, o que ele e a sua família têm feito por vários anos, ou cometer alguma insanidade contra contra Guam ou qualquer lugar que seja território ou aliado de nosso país, ele vai se arrepender verdadeiramente e vai se arrepender rápido”, disse em discurso na Casa Branca.

Apesar de as autoridades norte-americanas terem reiterado nos últimos dias que ainda está aberto um canal diplomático paralelo com a ditadura de Pyongyang, Trump destacou a força militar de seu país. Mais cedo, ele havia utilizado as redes sociais para tem soluções militares para a crise e que o seu poderio ofensivo está “a postos, protegido e carregado”.

Em seguida, ele compartilhou uma mensagem do comando do Pentágono no oceano Pacífico, onde está localizada a ilha de Guam. O texto foi acompanhado de imagens de aviões bombardeiros na região. Ele se recusou, porém, a falar das relações diplomáticas com os norte-coreanos, e disse esperar que Pyongyang entenda a gravidade de suas palavras.

Tensão

A tensão entre os dois países atingiu o seu nível mais alto depois de a Coreia do Norte testou com êxito, em julho, dois mísseis balísticos intercontinentais que, segundo especialistas, poderia alcançar as principais cidades norte-americanas.

Ainda nesta sexta-feira, a China alertou à Coreia do Norte que ela estará sozinha e não terá sua ajuda se decidir atacar com mísseis a ilha. Ao mesmo tempo, garantiu que intervirá se Washington agir primeiro. O governo de Pequim é o principal aliado político e parceiro comercial mais importante do regime de Kim Jong-un.

Ogivas

Um documento confidencial obtido pelo jornal The Washington Post sugere que a Coreia do Norte conseguiu miniaturizar com sucesso uma ogiva nuclear, capaz de ser transportada por um de seus mísseis. Com isso, o país asiático teria cruzado um limiar-chave no caminho para se tornar uma nação nuclear completa, concluíram agentes de inteligência dos Estados Unidos.

Essa nova análise, concluída recentemente pela Agência de Inteligência de Defesa (DIA, na sigla em inglês) foi revelada junto com outra avaliação, que aumentou bruscamente a estimativa oficial do número total de bombas no arsenal atômico da nação socialista: agora, até 60 armas nucleares podem estar sob controle de Kim Jong-un – número que especialistas independentes acreditam ser bem menor, embora não menos perigoso.

Os dados devem aprofundar ainda mais a preocupação de Washington em relação à evolução militar da Coreia do Norte, que parece avançar em um ritmo muito mais rápido do que a maioria dos especialistas previa. Pyongyang também está superando as expectativas em seus esforços para construir um míssil balístico intercontinental capaz de atingir cidades na América do Norte.

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