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O Grêmio terá um time misto no jogo deste domingo contra o Botafogo pelo Campeonato Brasileiro

O meia Douglas (D) voltou a participar de um coletivo, após seis meses de afastamento. (Foto: Lucas Uebel/Grêmio)

Em entrevista coletiva no final da manhã dessa sexta-feira, o técnico Renato Portaluppi conformou que o Grêmio colocará em campo no Rio de Janeiro um time misto na partida deste domingo, contra o Botafogo, na rodada de abertura do segundo turno do Campeonato Brasileiro. A decisão tem por objetivo poupar titulares para o primeiro jogo – em casa – contra o Cruzeiro, na quarta-feira, pelas semifinais da Copa do Brasil.

Na manhã deste sábado, o elenco tricolor encerra no complexo da Arena os preparativos para o duelo contra o Alvinegro carioca. A primeira parte da atividade terá portões fechados à imprensa. Em seguida, por volta das 15h, o grupo embarca para a capital fluminense, onde permanecerá concentrada até domingo.

Assim como ocorreu na atividade anterior, os jogadores que começaram a partida de quarta-feira contra o Godoy Cruz (Argentina), pela Copa Libertadores da América, passaram por um trabalho físico regenerativo. Apenas o volante Ramiro participou normalmente do treinamento de campo. Além dele, Bruno Cortez, Michel, Léo Moura e Walter Kannemann correram em volta do gramado, enquanto os demais permaneceram trabalhando no vestiário.

Dentro das quatro linhas, sob o comando de Renato, o plantel foi dividido em três times, que se dedicaram a uma movimentação de dois toques em campo reduzido. Edílson, que ficou de fora da partida contra o Godoy Cruz, também treinou normalmente, assim como Beto da Silva. A novidade foi a participação do meia Douglas, que trabalhou com bola pela primeira vez desde que sofreu uma lesão no ligamento cruzado do joelho esquerdo, seis meses atrás.

Contrastando com a experiência do veterano tricolor, marcavam presença vários jogadores do grupo de transição, o que indica o aproveitamento de alguns desses nomes na formação alternativa para enfrentará o Botafogo no Engenhão. Alguns deles são desconhecidos da torcida em geral: Jean Pyerre, Patrick, Dionathã, Conrado, Jadson, Pepê e Batista. A lista de relacionados para a viagem, no entanto, só será divulgada neste sábado.

Espinosa

Na entrevista aos repórteres, o treinador não escapou de perguntas sobre a demissão do coordenador técnico Valdir Espinosa, anunciada no dia anterior e que foi motivo de questionamentos de torcedores e do próprio afastado, que ao deixar o clube reclamou de um suposto processo de “escanteamento”. Renato, que chegou ao clube em setembro do ano passado junto com Espinosa, evitou entrar em polêmicas.

“Eu fiquei bem triste. Além de ser um grande profissional, é um amigo, mas eu sou empregado de um clube que tem a sua hierarquia e há coisas que não cabe a mim decidir”, declarou o comandante tricolor, campeão mundial como jogador do clube em 1983, quando o time era treinado justamente por Espinosa.

Renato também relatou ter conversado com o ex-colega depois de confirmada a demissão. “Após a entrevista que deu à imprensa, ele me procurou e contou o que havia ocorrido, de forma que me pegou de surpresa. Algumas situações internas não eram do seu agrado, então fico sentido pelo clube e por ele, mas na minha posição fica difícil falar sobre isso. Mas não há crise, pois isso poderia ter acontecido comigo ou com qualquer um.”

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