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Polêmica do “kit gay”

Michel Temer avalia retomar a vida acadêmica a partir de Janeiro. (Foto: Cesar Itiberê/PR)

Haddad (PT) está contando meia-verdade nas inserções de TV sobre o chamado “kit gay”. Diz que é invenção de Bolsonaro (PSL). Mas a Coluna acompanhou o caso à época: Capitaneado pelo deputado Sóstenes (RJ), um grupo da bancada evangélica da Câmara Federal foi ao gabinete da então presidente Dilma Rousseff para mostrar os livros com imagens que consideravam pejorativas para crianças, com o argumento de que as obras aprovadas pelo Ministério da Educação visavam direcionar sobre ideologia de gênero, e não trabalhar o respeito à diversidade. Dilma analisou, não gostou, telefonou para o então ministro Fernando Haddad e o desautorizou a distribuir os livros à rede pública.

Segue a novela

Na entrevistas na TV, Bolsonaro diz que o MEC tentou distribuir o livro e não que distribuiu. Se ele disser que o livro foi entregue a professores e alunos, é mentira.

Prof. Temer

Michel Temer avalia retomar a vida acadêmica a partir de Janeiro. Gilmar Mendes, ministro do STF e um dos donos da faculdade Instituto de Direito Público, tem vaga.

Caserna atenta

Os militares seguem em alerta o cenário eleitoral. No dia 6 de setembro, após o atentado a Bolsonaro em JF, o Estado Maior das Forças Armadas teve reunião de emergência.

Transferência 1

Antes de anunciar o “apoio crítico” à campanha de Haddad, o PDT encomendou pesquisas nos três dias anteriores. Os trackings diários mostraram diferença de 10% na intenção de votos, com Bolsonaro na frente – índice bem abaixo dos quase 18% à frente do petista no resultado do 1º turno das eleições, que se repete nas novas pesquisas.

Transferência 2

A avaliação da cúpula do PDT foi a de que houve transferência em massa dos votos de Ciro Gomes para o ex-prefeito de São Paulo. Ciro – que chegou a dizer que o projeto de Lula é uma fraude – engoliu a língua e preferiu viajar.

Turma da porteira

Bolsonaro interrompeu as gravações de vídeos de campanha na quarta-feira para receber parte da Frente Parlamentar Agropecuária da Câmara Federal, em sua casa, no Rio de Janeiro. Liderados pela presidente da Frente, Tereza Cristina (DEM-MS), os ruralistas já conversaram sobre possíveis nomes para o Ministério da Agricultura.

Passando o trator?

O projeto de Bolsonaro de fundir o Ministério do Meio Ambiente com a Agricultura soa como música para os ouvidos dos ruralistas. Eles querem derrubar entraves à pecuária e às plantações, com justificativa de mais empregos, aumentar exportações e a arrecadação de impostos. Perdem a natureza e os ambientalistas, que vão tentar resistir.

Renan 2.0

Seja quem for o presidente eleito, te cuida! Renan Calheiros já telefona para todos os senadores – novatos e reeleitos – e articula sua eleição para a presidência do Congresso.

QG virtual

A vice-governadora eleita do Piauí, Regina Souza, revela à Coluna que Haddad montou para o 2º turno um “QG virtual” para confrontar Bolsonaro.

Dinheiro…

A costura do apoio de todas as centrais sindicais à campanha de Haddad passa pelo compromisso de o petista, caso eleito, retomar a obrigatoriedade da contribuição sindical. O candidato já sinalizou que vai atender a reivindicação.

… no caixa!

CUT e CTB apoiaram Haddad no 1º turno. Já a Força Sindical, UGT, CSB e Nova Central estavam com Ciro Gomes (PDT). A contribuição sindical compulsória foi extinta pela reforma trabalhista, aprovada pelo Congresso Nacional ano passado.

Na praça

Além das urnas, o derrotado presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB), e o eleito Luís Eduardo Girão (PROS) concorrem no ramo empresarial. Ambos (milionários) são donos de empresas que prestam serviços de terceirização, limpeza e segurança.

ESPLANADEIRA

– O sociólogo Sérgio Nogueira, embaixador da Sociedade Pestalozzi do Brasil, promoverá festa pelo Dia da Criança, dia 18, na unidade da instituição no bairro de Benfica, Rio.

 

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