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Voto ideológico será decisivo em 2020?

(Foto: Divulgação)

O resultado das eleições de 2018 onde predominou a disputa ideológica entre direita e esquerda com nítida vantagem para as teses assumidamente de direita do presidente eleito Jair Bolsonaro e dos candidatos que dele se aproximaram poderá ter uma reprise nas eleições para prefeitos e vereadores em 2020? Esta é a incógnita da próxima eleição.

Opiniões divididas

Pré-candidatos à eleição para a prefeitura de Porto Alegre divergem nesse aspecto. O deputado Sebastião Melo, MDB, que já foi vice-prefeito, e disputou as últimas eleições para prefeito, entende que o que estará em jogo em 2020 será a capacidade do candidato em ofertar saúde, transporte, segurança, educação e outros itens para a população. Para ele, o eleitor quer mesmo é médico no posto de saúde, transporte que funcione e creche para os filhos.

Rodrigo Lorenzoni

Outro pré-candidato, Rodrigo Lorenzoni, do Democratas, vê a possibilidade de repetir-se em 2020 o debate entre esquerda e direita que predominou em 2018. Nas manifestações públicas, Lorenzoni tem avaliado que além da capacidade de gestão, a questão ideológica será importante na definição do eleitor para a eleição municipal no próximo ano.

MDB define seus diretórios

O MDB prepara-se para eleger os diretórios municipais neste sábado. Em Porto Alegre, ocorreu um movimento importante. Antenor Ferrari, que era candidato de consenso, retirou seu nome depois que a bancada do MDB na Câmara Municipal apresentou o vereador André Carus como opção de renovação. Carus deverá ser candidato único e aclamado presidente do diretório municipal.

Novo round na disputa PP x Marchezan

A disputa entre o prefeito Nelson Marchezan Junior (PSDB) e o PP ganhou um novo round ontem com a apresentação por um filiado aos progressistas de um pedido de impeachment. O PP – é bom lembrar – é o partido do vice-prefeito Gustavo Paim. A questão ganhou um contorno institucional depois que a presidente das Câmara, vereadora Mônica Leal determinou urgência à tramitação do pedido, um sinal claro de que a disputa vai ter ainda muitos rounds.

Amazônia, paraíso das ONGS

O presidente Jair Bolsonaro dá a pista para o enorme barulho que diversos setores da mídia e da esquerda fazem diante da sua intenção de passar um pente fino na ação de ONGs (Organizações Não Governamentais) na Amazônia: 40% de todos os recursos destinados à Amzônia,são direcionados a ONGs nacionais e estrangeiras, que não prestam contas a ninguém.

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