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A comissão do impeachment consultará o Supremo para anexar delações da Operação Lava-Jato em processo contra Dilma

Nova etapa prevê coleta de provas para o parecer final sobre Dilma (Foto: ABr)

A comissão especial do impeachment no Senado consultará o presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Ricardo Lewandowski, além de outros especialistas, a fim de saber se é possível anexar depoimentos de delação premiada na segunda fase de atuação do colegiado.

A nova etapa prevê a coleta de provas para elaborar um novo parecer, desta vez sobre o mérito do pedido de impedimento e sobre a necessidade de a presidenta Dilma Rousseff se tornar inelegível por oito anos.

“Estamos fazendo tudo de acordo com a lei, obedecendo ao STF e ao regimento interno do Senado”, assegurou o presidente da comissão do impeachment, Raimundo Lira (PMDB-PB). “Não há margem para judicialização mas o governo tem o direito de recorrer mais uma vez à Justiça. Vamos realizar um trabalho ouvindo o máximo possível de pessoas.”

Na ocasião, o parlamentar não forneceu detalhes sobre uma data para a conclusão de todo o processo de impeachment de Dilma.

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