Segundo Dmitriev, a Rússia também está preparada para “iniciar o fornecimento da Sputnik V para os países da UE que assim autorizarem, independentemente da EMA”, como a Hungria.

Acolhida com ceticismo no exterior em um primeiro momento, a Sputnik V convenceu vários países, e a revista científica The Lancet validou sua confiabilidade em fevereiro deste ano.

A Rússia acusa os países ocidentais, com frequência, de fazerem campanha contra a Sputnik V, ao insinuarem que Moscou lançou uma diplomacia da vacina para semear a discórdia na Europa.

A União Europeia enfrenta dificuldades de abastecimento das vacinas contra covid desenvolvidas por grupos farmacêuticos ocidentais.