O Superior Tribunal de Justiça manteve interrompida a tramitação do processo de peculato contra o padre Luiz Augusto Ferreira da Silva. O pároco é apontado como servidor fantasma da Assembleia Legislativa de Goiás. Ele ainda responde a outro processo, por improbidade administrativa. Em maio de 2015, o Tribunal de Justiça já tinha determinado o trancamento da ação penal de peculato.