O presidente da Funai, Wallace Bastos, afirmou, no balanço de trabalho deste ano, que 2018 foi “difícil” e que, apesar dos resultados obtidos, ainda será necessário articular “ações importantes” para a proteção e promoção dos direitos dos mais de 300 povos indígenas brasileiros. Segundo Bastos, uma das principais lacunas da Funai, atualmente, é a insuficiência de pessoal.