O advogado Francisco de Assis e Silva, do grupo JBS, confirmou que a empresa fazia pagamentos ao procurador da República Ângelo Goulart Villela, preso na quinta-feira (18). Villela teria sido apresentado a ele e a Joesley Batista por intermediação dos advogados Willer Tomaz e Juliano Costa Couto, presidente da OAB-DF.