O criminalista Antônio Claudio Mariz de Oliveira, que representa o presidente Temer, disse que ‘não vê problema’ no fato de o peemedebista ter viajado em um jatinho particular. Mariz adverte, porém, que a viagem não pode ser incluída no âmbito da Operação Patmos, que põe o presidente sob suspeita de corrupção passiva, obstrução da Justiça e organização criminosa.