Sob o choque do ataque racista em Hanau, o governo alemão anunciou um fortalecimento da vigilância policial, especialmente em torno das mesquitas, diante de uma ameaça “muito elevada” da extrema direita. As homenagens em memória das vítimas deram lugar a um debate sobre armas, a proteção de minorias e o papel incendiário do partido de extrema direita Alternativa para a Alemanha.