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Aliados do presidente da Câmara queriam uma cerimônia similar à que marcou a ida de Celso Sabino, do União Brasil, para o Turismo

Ministros Silvio Costa Filho (esq.) e André Fufuca tomaram posse nessa quarta. (Foto: Ricardo Stuckert/Palácio do Planalto)

A decisão do governo de dar posse aos novos ministros André Fufuca (Esporte) e Silvio Costa Filho (Portos e Aeroportos) de forma reservada irritou o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e líderes partidários da Casa. O Centrão queria uma cerimônia no Palácio do Planalto similar à que marcou a ida de Celso Sabino (União Brasil) para o Turismo, no início de agosto, e não apenas a transmissão de cargo nos ministérios, prevista no caso de Fufuca (PP) e “Silvinho” (Republicanos).

Um interlocutor de Lira disse que o incômodo ocorre porque a posse foi fechada em uma sala, com apenas quatro pessoas. Na agenda desta quarta-feira (13) do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, constava apenas uma posse reservada de Fufuca e “Silvinho”, às 10h30, no Planalto.

Além dos três, participou Márcio França, que deixa o posto de ministro de Portos e Aeroportos para assumir a nova pasta voltada as pequenas e médias empresas, a de Empreendedorismo e Microempresa. No fim, Lira também foi incluído na posse, mas o governo manteve a cerimônia em uma sala reservada no Planalto. A nomeação dos novos ministros já foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União.

O governo optou por uma participação discreta de Lula nos eventos de transmissão de cargo nos ministérios, postura que vem sendo adotada desde o anúncio dos novos ministros na semana passada.

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