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“Amante” do atirador da boate gay diz que massacre em Orlando foi vingança

“Ele odiava gays porto-riquenhos”, disse o suposto amante do atirador. (Foto: Reprodução)

Em entrevista à rede de TV Univisión na terça-feira, um latino-americano, que preferiu não revelar seu nome e usou um disfarce para não ser identificado durante as declarações, afirmou que mantinha uma relação com o autor do massacre em Orlando (EUA), Omar Seddique Mateen. De acordo com ele, o atirador teria atacado a boate Pulse na madrugada do dia 12 não por terrorismo, mas sim por vingança contra os porto-riquenhos.

O entrevistado disse que Omar contou a ele que teve uma relação sexual sem proteção com dois porto-riquenhos que conheceu na mesma boate. Disse ainda que um desses amantes confessou depois que era HIV positivo, o que segundo o homem, explicaria o ódio. “Ele odiava gays porto-riquenhos”, disse o suposto amante do atirador.

Conforme o seu relato, eles se conheceram em um aplicativo gay de encontros e a relação durou dois meses. Também afirmou que os dois se viram entre 15 e 20 vezes e que os encontros ocorriam em um hotel de Orlando. Segundo ele, após o massacre, ele entrou em contato com o FBI (a polícia federal norte-americana) para relatar a relação com o atirador. Segundo relatos de testemunhas recolhidos após o ataque, o atirador era frequentador da boate Pulse. Na ação, Omar matou 49 pessoas e acabou morto pela polícia.

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