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Aplicação do Enem terá quatro horários diferentes

Os portões serão abertos e fechados em horários diferentes. (Foto: Arquivo/Marcello Casal/Agência Brasil)

O MEC (Ministério da Educação) alerta os estudantes inscritos no Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) 2018 que a partir do primeiro dia da aplicação das provas, 4 de novembro, o País terá quatro fusos horários diferentes. Devido ao horário de verão, que entrará em vigor no mesmo dia da prova, os portões dos locais de realização do exame serão abertos e fechados em horários diferentes nos Estados, por isso é importante que os estudantes confiram como será o funcionamento no local onde está inscrito para fazer a prova.

O relógio deverá ser adiantado em uma hora à meia noite de sábado (3) para domingo (4) pelos estudantes do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal. Neste grupo de Estados, com exceção de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, a abertura dos portões dos locais das provas será às 12 horas e o fechamento às 13h.

Para estudantes do Amapá, Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe, os portões serão abertos às 11h e o fechamento às 12h, seguindo o horário local.

Nos Estados do Amazonas, Rondônia e Roraima, os participantes poderão ingressar os locais de prova entre 10h e 11h, de acordo com o horário local. E no Acre, que tem fuso horário de três horas a menos em relação a Brasília, os portões serão abertos às 9h e fechados às 10h, também seguindo horário local.

Os cartões de confirmação da inscrição estarão disponíveis para consulta a partir da próxima segunda-feira (22), na página do participante. No cartão, são informados os dados dos estudantes, local de prova, data e horários de aplicação da prova. A segunda etapa das provas será aplicada em 11 de novembro.

MEC libera recursos

O Ministério da Educação liberou esta semana R$ 729,1 milhões em limite de empenho para universidades federais, instituições da rede federal de educação profissional, científica e tecnológica e hospitais de ensino vinculados ao governo federal. “Com essa verba, o MEC assegura às instituições federais de ensino 100% de execução das despesas de custeio e investimento em fontes do Tesouro”, informou a pasta.

Por meio de nota, o ministério destacou que, até o momento, foram liberados limites de empenho no valor de R$ 8,2 bilhões para despesas discricionárias, sendo R$ 7,5 bilhões em custeio e R$ 702,1 milhões em investimento.

Os recursos das despesas discricionárias, de acordo com a pasta, são geridos pelas próprias universidades, no âmbito de sua autonomia administrativa, incluindo gastos com funcionamento, obras, contratação de serviços de terceirização de mão de obra e despesas com assistência estudantil.

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