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Após fala de Bolsonaro, o ministro da Saúde disse que fica no cargo

"Que as igrejas fiquem abertas, mas não se aglomerem", disse ministro da Saúde. (Foto: Wilson Dias/Agência Brasil)

O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, endossou nesta quarta-feira (25) o pronunciamento do presidente Jair Bolsonaro e criticou medidas fortes de restrições de circulação por causa da pandemia de coronavírus.

Mandetta falou em racionalidade e afirmou que as determinações sobre quarentena nos estados foram feitas de forma desorganizadas e precipitadas e ocorreram muito cedo. Ele defendeu melhores critérios conversados entre o Ministério da Saúde e governadores.

“Temos que melhorar esse negócio de quarentena, foi precipitado, foi desarrumado”, disse. Mandetta afirmou que as restrições de circulação podem comprometer, inclusive, o sistema de saúde.

O ministro participou de entrevista coletiva realizada de forma remota, mas fez apenas uma fala inicial. Ele se retirou antes de atender as perguntas encaminhadas pelos jornalistas, e que foram respondidas por seus auxiliares. ​

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