O Conselho de Administração Legislativa da Assembleia Nacional do Equador arquivou um pedido da oposição para investigar o vice-presidente Jorge Glas, a quem acusavam de corrupção. Segundo a oposição, Glas teria recebido subornos da brasileira Odebrecht e também da estatal Petroecuador e do grupo Caminosca, durante a gestão do presidente Rafael Correa.