O torneio Mundial de Handebol Feminino, realizado neste ano entre os dias 1 e 19 de dezembro, contou com 32 seleções representando o mundo todo! O Brasil já foi campeão da competição uma vez, mas algumas seleções europeias, como França, Espanha, Noruega e Rússia, são sempre fortes candidatas nas apostas de quem leva o troféu.
Essa é a 25ª edição da competição e tem como país sede a Espanha. As 32 equipes foram divididas inicialmente em oito grupos com quatro equipes cada, as três melhores classificadas de cada grupo avançaram de fase e, então, foram divididas em quatro grupos de seis equipes. Os dois primeiros colocados de cada grupo avançaram às quartas do mundial.
O Brasil busca se reerguer como uma das principais seleções da modalidade. Campeãs em 2013, a equipe não teve bons resultados nas últimas edições do campeonato e passa por uma reformulação após uma eliminação ainda na primeira fase nas Olimpíadas de Tóquio.
O Brasil no Mundial de Handebol Feminino
Na primeira fase da competição, o Brasil venceu todos os confrontos, que foram contra Croácia, Japão e Paraguai. Na segunda fase, venceu os jogos contra Argentina e Áustria, mas no último jogo da segunda fase perdeu para Espanha e se classificou em segundo no grupo. Com isso, a equipe enfrentou a Dinamarca nas quartas de final.
Infelizmente, o Brasil não conseguiu a vitória diante das dinamarquesas, mas fez um bom jogo e encerrou o primeiro tempo apenas uma bola atrás no placar. Na segunda etapa, as brasileiras perderam algumas oportunidades de encostar no placar e, com alguns erros defensivos, viram a Dinamarca abrir mais de cinco bolas de diferença. O destaque do Brasil foi a ponta direita Adriana Cardoso, com 10 gols na partida.
A equipe que foi à Espanha é bem diferente da vista nos últimos anos. Após uma campanha fraca nas Olimpíadas, o time passou por uma reformulação, e as únicas remanescentes no elenco foram a goleira Babi Arenhart e a central Ana Paula. Duda Amorim, jogadora importante na liderança e defesa, se aposentou e também não faz mais parte da equipe.
Outra importante mudança no time foi a troca de técnicos. Cristiano Rocha é o novo comandante da equipe, substituindo o espanhol Jorge Dueñas, que era técnico do Brasil desde 2017.
As equipes favoritas ao título
Quando se trata de handebol, as seleções europeias são dominantes em questão de títulos. As últimas três finais de edições do Mundial foram entre países europeus. A última equipe não europeia a jogar uma final foi o Brasil, em 2013, que, junto da Coreia do Sul, é um dos únicos países fora do continente que ganharam um título.
Na edição deste ano, duas seleções são as principais favoritas: a Holanda, que é a atual campeã mundial, e a França, que conquistou o ouro olímpico há alguns meses. A Noruega é também uma seleção para estar sempre de olho, já que é a equipe com mais pódios na história do campeonato.
Títulos do Mundial de Handebol Feminino:
Rússia: 4
Noruega: 3
França: 2
Hungria: 1
Iugoslávia: 1
Dinamarca: 1
Romênia: 1
Tchecoslováquia: 1
Países Baixos: 1
Alemanha: 1
Coreia do Sul: 1
Brasil: 1
A Rússia é o país que mais venceu mundiais no handebol, com quatro títulos. A Noruega soma três triunfos. A França, com dois títulos, e a Alemanha e Noruega, com um, buscam aumentar o número de troféus do Mundial de Handebol Feminino.
