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Assembleia do Rio adia votações do pacote anticrise

Manifestantes em frente à Assembleia Legislativa do Rio contra o pacote de corte de gastos do governo do Estado. (Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil)

O governo do Estado sofreu nesta sexta-feira (16) mais um revés na tentativa de reforçar o caixa do Rio de Janeiro: o presidente da Alerj (Assembleia Legislativa do Rio), deputado Jorge Picciani (PMDB), anunciou que devolverá ao Palácio Guanabara o projeto que adia de 2017 para 2020 o aumento salarial dos servidores da Segurança pública.

Picciani, que segundo a assessoria de comunicação social da Alerj só falará sobre o assunto na segunda-feira (19), também adiou a votação de outros dois projetos: o que aumenta a contribuição previdenciária dos servidores de 11% para 14%; e o que extinguia o aumento salarial para os servidores a cada três anos (o chamado triênio). Este, no entanto, já havia tido sua tramitação suspensa em novembro, por ordem da Justiça.

Manifestações

Os projetos adiados estão entre os mais polêmicos do pacote de medidas do governo para conter a crise financeira. Vários protestos foram realizados por servidores em frente à Alerj. (AG)

(AG)

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