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Ato de Mendonça tirou Lula do controle do inquérito

Circula a fantasia ingênua de que o ministro do STF André Mendonça restringiu a delegados, agentes e peritos da Polícia Federal o acesso à investigação do caso Banco Master, vetando compartilhamentos com os superiores, para supostamente abrir caminho à “blindagem” de colegas. Servidores experientes do STF acham que o ministro agiu certo: “Se não fizesse isso, o chefe da investigação não seria o relator e sim Lula (PT), por meio do diretor da PF”, diz um deles, há mais de 20 anos na Corte.

Improvável

Ingênuos devem achar possível um magistrado reunir policiais, sem risco de ser denunciado, e ordenar: “Vamos blindar estas pessoas aqui”.

Vingança, não

Além de preservar sua autoridade, Mendonça impede que o caso sirva para vingança pessoal, como sugere o rancor de Lula por Dias Toffoli.

Acesso dá nisso

O relatório sobre o ex-relator foi entregue por ordem de Lula a Edson Fachin, presidente do STF. E o portador não foi o delegado do caso.

Verdadeiro titular

A PF pediu suspeição de Toffoli sem submeter a alegação (e o relatório) ao crivo da PGR. Mas passou pelo crivo de Lula.

Oposição estima eleger 35 senadores este ano

Estudos internos do Partido Liberal (PL) de Jair Bolsonaro fazem uma estimativa animadora para a oposição a Lula (PT): a previsão é eleger, de certeza, ao menos 35 senadores, em outubro, considerando duas vagas por unidade da Federação. Estarão em disputa 54 das 81 cadeiras de senador. Apesar disso, o otimismo é ainda maior: além dessas 35 vagas, elegendo dois senadores na maioria dos Estados, o PL projeta a vitória ao menos de um candidato ao Senado em vários outros Estados.

50 é maioria

Se a oposição conquistar 35 vagas em outubro, como projeta, encontrará outros 15 senadores de direita cujos mandatos estão na metade.

Dois de uma vez

Em Estados de eleitorado conservadores, como Distrito Federal e Santa Catarina, o PL promete lançar dois candidatos a senador.

Nordeste com Lula

No Nordeste, a expectativa é outra: candidatos ligados a Lula têm acentuado favoritismo em diversos Estados.

Ataque noturno

O vídeo do deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) sobre (mais uma!) alta de impostos de Lula (PT), na calada da noite e desta vez taxando celulares, eletrônicos, games etc., atingiu mais de 1 milhão de visualizações na rede social X em menos de 24h. Os brasileiros se sentem vingados.

Segure a carteira

Nesta quinta (26), o Impostômetro ultrapassa a marca de R$700 bilhões tomados da população, em 2026. A iniciativa da Associação Comercial paulista estima que mais de R$4,1 trilhões nos serão tomados este ano.

Gatunagem no INSS

O deputado Sanderson (PL-RS) acionou a Procuradoria-Geral da República para pedir a prisão de Lulinha, filho de Lula (PT), acusando-o de enrosco no roubo aos aposentados, com base em delações.

Hélio no TCU

Líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (RJ), confirmou que a bancada do partido apoia Hélio Lopes (PL-RJ) à vaga no Tribunal de Contas da União (TCU). Em 2018, elegeu-se como “Hélio Bolsonaro”.

União estável

Dos cinco senadores do União Brasil, apenas um, Jayme Campos (MT), está em fim do mandato. Os demais estão garantidos no emprego até 2031, incluindo o atual presidente da Casa, Davi Alcolumbre (AP).

Tarifaço virou detalhe

“Não faz com que perca o objeto”, avalia o advogado Vinícius Bicalho sobre a ação no STF contra Eduardo Bolsonaro por suposta “coação”, após o fim das tarifas dos EUA. A ação abrange mais que o tarifaço.

Marco Zero

O vereador do Recife Thiago Medina acionou o MPE contra o prefeito João Campos por propaganda eleitoral antecipada, ao apontar que ele teria usado o encerramento do Carnaval para promover sua imagem.

Poucos com muito

O governo Lula (PT) já conseguiu gastar R$9,5 milhões este ano com os infames cartões corporativos. Quase todos os gastos são colocados sob sigilo. Jamais saberemos em que Janja gastou flanando por aí.

Pensando bem…

…anotações não têm sigilo, já as despesas do governo Lula com viagens e mordomias…

PODER SEM PUDOR

Confusão

O falecido ex-governador paulista Franco Montoro trocava nomes e pessoas, mas tentava acertar. Até fazia associações. Por isso, sempre chamava o então deputado Flávio Bierrenbach de “Bierrenbrahms”. Associava o sobrenome do ministro aposentado do Superior Tribunal Militar com um certo compositor de Hamburgo (Alemanha), mas novamente trocava Johann Sebastian Bach, nascido em 1685, por Johannes Brahms, de 1833.

(Com Rodrigo Vilela e Tiago Vasconcelos – Instagram: @diariodopoder)

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