Há quatro anos, o uso da tecnologia para eliminar a expedição de cartas precatórias inquiritórias se tornou regra em ações penais que tramitam na Justiça Federal gaúcha. É o caso de uma ação penal que tramita em Rio Grande, cujos interrogatórios aconteceram em Porto Alegre, com participações de outras cidades do Estado e de Santa Catarina.