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Biscoitos Zezé conquista o Prêmio 300 Onças em Pelotas

Equipe da Zezé acompanhou o fundador José Francisco Ruivo no prêmio 300 Onças. (Foto: Divulgação Zezé)

Fundada em Pelotas há quase seis décadas, empresa gaúcha é reconhecida pelo Instituto João Simões Lopes Neto por sua contribuição à cultura e ao desenvolvimento regional.

Tradição premiada

A Biscoitos Zezé, uma das marcas mais queridas do Rio Grande do Sul, foi homenageada com o Prêmio 300 Onças 2025, promovido pelo Instituto João Simões Lopes Neto. A cerimônia, realizada em Pelotas, celebrou os 20 anos da Casa de Simões, espaço cultural que preserva a memória do escritor e que se tornou referência nacional em iniciativas de valorização da cultura regional.

De padaria familiar a marca nacional

Fundada em 1967 pela família Ruivo, a Zezé nasceu como uma pequena padaria em Pelotas e se transformou em uma indústria que hoje oferece mais de 50 produtos. Entre biscoitos doces e salgados, pão de mel e batata ondulada, a marca consolidou-se como parte da rotina das famílias gaúchas, entregando não apenas alimentos, mas momentos de afeto e memória afetiva.

Voz dos fundadores

Durante a premiação, o empresário José Francisco Ruivo destacou o significado cultural da honraria: “Não podia ser diferente. A gente se sente honrado, tanto pela importância do Instituto, que faz um bom trabalho há 20 anos, quanto pelo reconhecimento ao nosso apoio à cultura.”

Reconhecimento cultural

O Prêmio 300 Onças, inspirado no conto Trezentas Onças de João Simões Lopes Neto, simboliza o valor cultural inestimável dos homenageados. Em 2025, além da Zezé, foram reconhecidos o músico Vitor Ramil, a Unimed e os irmãos Ruivo, fundadores da marca. (por Gisele Flores)

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