
Paulinho Chimendes, junto ao seu bonito trabalho que faz parte da mostra comemorativa da galeria, e o gravador Leandro Michels brindaram com os irmãos Bueno. FOTO: enviada por e-mail. Foto: Livia Stumpf/Especial
Laura Castilhos apresenta um dos maiores trabalhos da mostra, que está ao fundo. Foto: Livia Stumpf/Especial
Gilberto Perin e José Francisco Alves admiravam o trabalho de Bebeto Alves. Perin comentou o próximo lançamento musical que o artista de múltiplo talento realizará em breve. Foto: Livia Stumpf/Especial
- Os dois espaços da galeria Jabutipê estiveram repletos com a quase totalidade de artistas jovens e alguns nomes consagrados. Estive lá cumprimentando os irmãos Antonio Augusto Bueno e Luiz Felipe Bueno, responsáveis pelo espaço que vem desenvolvendo um trabalho de vanguarda nestes sete anos de atividade.
- Escolheram instalar a galeria numa das moradas da parte alta do centro histórico, junto ao Alto da Bronze, o que já encanta àqueles que curtem as lembranças de Porto Alegre antigo e romântico.
- Além da mostra com trabalhos de Antonio Augusto Bueno, Bebeto Alves, este recebendo elogios de Gilberto Perin, Laura Castilhos, Leandro Machado – seus desenhos são ótimos – e Paulinho Chimendes, entre outros, os hosts apresentaram um bonito livro com a narrativa das atividades da Jabutipê a partir da revitalização da antiga casa-sede no Centro Histórico. Uma relação de muitos feitos, como oficinas, encontros e bate-papos, inclui mais de trinta exposições regulares.
- O projeto Jabutipê, financiado pelo Fumproarte, teve como primeira ação, a distribuição de 500 cartazes criados pelos artistas que estão expondo em diversos pontos da cidade e finalizará com um evento junto ao Quilombo do Areal da Baronesa. O local é outra escolha certa, pois a intenção é redescobrir a Porto Alegre de outros tempos. A mostra deve ser conferida, e os eventos, prestigiados.
- Os convidados, especialmente os fumantes, se revezavam nos ambientes e na calçada que estava repleta. Gustavo Nakle, cujo atelier está num dos belos recantos de Belém Novo, estava na calçada em animado bate-papo com Claudia Rüdiger. Durante a conversa com o artista, fiquei sabendo das inúmeras solicitações de colecionadores de arte interessados nos jogos de xadrez que está criando. Aliás, o primeiro de autoria de Nakle está na casa de um colecionador e patrono das artes, mas que prefere ficar fora do noticiário, o que eu respeito.
