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Brasil se aproxima de 2 milhões de doses aplicadas por dia

Presidente Jair Bolsonaro, ao lado do ministro da Saúde Marcelo Queiroga, otimista com crescimento do número de doses diárias. (Foto: Divulgação/Palácio do Planalto)

Se existe negacionismo, este se constata apenas em relação à falta da divulgação de notícias corretas sobre as ações oficiais de enfrentamento da pandemia, trazendo pânico à população. Em meio a uma narrativa já conhecida de setores da imprensa, sintonizados com o projeto de desestabilizar o presidente da República ainda este ano, têm sido sonegados os números relativos às ações do Governo Federal no combate à pandemia. Este cenário, vem tirando a credibilidade de mídias tradicionais que se associaram ao projeto de derrubada do governo. Neste domingo, o presidente Jair Bolsonaro destacou com base em dados oficiais:

“O Brasil segue se superando na vacinação contra a covid e se aproxima da marca de 2 milhões de doses aplicadas por dia. Mais de 1,7 milhão de brasileiros foram vacinados nas últimas 24h; mais de 37 milhões no total. O Governo do Brasil já distribuiu quase 58 milhões de doses aos estados.”

Heinze cobrou aplicação de vacinas

Em audiência pública remota da Comissão Temporária da Covid-19 (CTCOVID19), na última semana, no Senado Federal, o senador gaúcho Luis Carlos Heinze (PP) ouviu representantes das secretarias de Saúde de estados e municípios sobre o andamento das campanhas de vacinação no país. Na oportunidade, Heinze questionou os representantes sobre o estoque de vacinas ainda não aplicadas.

Collor: Objetivo da CPI é atingir o presidente

O senador e ex-presidente Fernando Collor (PROS-AL) avaliou neste final de semana que “eu não tenho nenhuma dúvida de que a intenção daqueles que elaboraram o pedido de instalação da CPI, que o interesse velado deles, é atingir o presidente da República. E em breve isso será desvelado e ficará claro que o objeto da CPI é atingir o presidente da República”.

No país da piada pronta, a greve na CEF

No país da piada pronta, os funcionários da Caixa Econômica Federal, em sua maioria no trabalho remoto em casa, e com salários garantidos no fim do mês, anunciam uma greve a partir desta terça-feira. O objetivo é claro: tumultuar a liberação dos pagamentos de benefícios sociais e milhares de trabalhadores e cidadãos carentes. O tiro pode sair pela culatra.

PGE diz que a Justiça está gerando insegurança jurídica

As idas e vindas da decisão sobre a volta às aulas no Rio Grande do Sul, reprisou uma rotina que infelizmente vem atingindo todo o país: a insegurança jurídica gerada pelo próprio Poder Judiciário, contaminado muito além do que se imagina, pelo ativismo judicial. Algumas decisões – e decisão judicial se cumpre, é bom destacar – parecem movidas mais pelo ativismo e convicção político-partidária de quem a profere, do que pelo ordenamento jurídico vigente. Decisões monocráticas são tomadas cautelarmente por magistrados do primeiro grau, atingindo a toda a população do estado.

A Procuradoria Geral do Estado, no recurso apresentado ao Tribunal de Justiça neste domingo menciona a preocupação do estado com esta circunstância, e com a insegurança jurídica gerada por decisões do próprio judiciário.

O próprio Supremo Tribunal Federal tem acumulado maus exemplos, de decisões monocráticas em desacordo com o texto da Constituição, e de constrangedores bate-bocas e xingamentos entre seus ministros, nas raras sessões plenárias, o que contamina respeito e a legitimidade da Corte perante os cidadãos. Portanto, o mau exemplo vem de cima.

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