Após uma hora de conversa, o ministro da Defesa Raul Jungmann e o general Eduardo Villas Bôas, comandante do Exército, decidiram não punir formalmente o general Antonio Mourão por suas declarações pró-intervenção militar durante um evento em Brasília, na semana passada. Ficou acertado que o general, no entanto, receberá uma advertência interna por parte do Alto Comando das Forças Armadas.