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Mais de 62 milhões de doses de vacinas já foram aplicadas contra a covid no Brasil

A cepa é originária da Colômbia e já foi detectada no Equador, Estados Unidos, Caribe e em alguns países europeus. (Foto: Reprodução)

Levantamento junto a secretarias de Saúde aponta que 41.578.892 pessoas tomaram a primeira dose e 20.436.637 a segunda, num total de mais de 62.015.529 de doses aplicadas. G1, ‘O Globo’, ‘Extra’, ‘Estadão’, ‘Folha’ e UOL divulgam diariamente os dados de imunização no país.

O Brasil já tem mais de 62 milhões de doses aplicadas das vacinas contra a Covid, somando a primeira e a segunda doses. São 62.015.529 imunizantes, de acordo com novo balanço do consórcio de veículos de imprensa, consolidados às 20h da sexta-feira (21).

A primeira dose já foi aplicada em 41.578.892, o que corresponde a 19,64% da população do país.

Já a segunda dose já foi aplicada em 20.436.637 pessoas em todos os estados e no Distrito Federal, o que corresponde a 9,65% da população.

De ontem para hoje, a primeira dose foi aplicada em 480.964 pessoas e a segunda dose em 227.662, com um total de 708.626 doses aplicadas neste intervalo.

A informação é resultado de uma parceria do consórcio de veículos de imprensa. Os dados de vacinação passaram a ser acompanhados a partir de 21 de janeiro.

Mortes e casos por cidade, no dia 21 de maio

Total de pessoas que receberam ao menos uma dose: 41.578.892 (19,64% da população)
Total de pessoas que receberam duas doses: 20.436.637 (9,65% da população)
Total de doses aplicadas: 62.015.529 (72,90% das doses distribuídas para os estados)
Divulgaram dados novos (23 estados e o DF): AL, AM, AP, BA, CE, DF, ES, GO, MA, MG, MS, MT, PA, PB, PI, PR, RJ, RN, RO, RR, RS, SE, SP e TO
Divulgaram dados em datas anteriores: AC, PE e SC

Total de doses: números divulgados pelos governos estaduais.
As informações sobre população prioritária e doses disponíveis são do Ministério da Saúde.
As estimativas populacionais são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Consórcio

O consórcio de veículos de imprensa foi formado em junho de 2020, em resposta a uma decisão do presidente Jair Bolsonaro de, na ocasião, restringir acesso a dados sobre a pandemia. Os boletins informam, atualmente, o número de pessoas mortas por coronavírus, a quantidade de contaminados e a média móvel, indicador segundo o qual é possível verificar em quais estados a pandemia do novo coronavírus está aumentando, diminuindo ou em estabilidade. Com informações do G1.

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