Camila Pitanga voltou a falar sobre envelhecimento e a relação que mantém com os cuidados estéticos. Aos 47 anos, a atriz contou que nunca recorreu ao botox ou a preenchimentos faciais e explicou que prefere tratamentos que preservem suas expressões, algo que considera importante para a profissão que exerce.
A declaração foi feita durante participação no podcast PodDelas, em que a artista destacou que sua escolha é pessoal e que não pretende transformar sua experiência em regra para outras pessoas. Segundo ela, cada um deve ser livre para decidir como deseja lidar com o próprio corpo.
“Olha, que fique claro, eu não sou patrulha de ninguém. E mais do que isso, também não quero ficar presa aí. Essa sou eu, com 47 anos. Se eu quiser fazer alguma coisa, amor, eu faço e ninguém vai encher o meu saco”, afirmou.
Na conversa, Camila explicou que, até hoje, nunca sentiu vontade de recorrer ao botox porque acredita que as marcas do rosto fazem parte de sua ferramenta de trabalho como atriz. Para ela, manter a mobilidade das expressões é importante na construção de personagens.
“É que eu acho que, no meu trabalho, isso é assunto, faz parte, as marcas. Esses procedimentos mais de preenchimento, realmente nunca fiz. Agora, laser, bioestimuladores, isso eu faço, porque é alguma coisa que você trabalha de dentro para fora”, disse.
A atriz revelou que costuma investir em tecnologias voltadas para estimular a produção natural de colágeno, como sessões de laser e bioestimuladores. Segundo ela, esses procedimentos entregam um resultado mais compatível com o que busca, sem alterar os traços do rosto.
Apesar disso, Camila fez questão de reforçar que os tratamentos estéticos, sozinhos, não são suficientes para manter a saúde da pele. Ela acredita que fatores como alimentação, sono e rotina têm papel tão importante quanto qualquer intervenção feita em consultório.
“Isso não adianta se você não cuidar da alimentação. Se você não digere bem, dependendo do que você come, dos hábitos alimentares… Ou não dorme, ou bebe muito. Eu não estou dizendo para ser, assim, monástica e não viver. A gente precisa viver. Equilíbrio, bom senso… E o bom senso é de cada um”, refletiu.
