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Casos de coronavírus no Brasil chegam a 20,7 milhões e mortes, a 578,3 mil

Estado acumula 1.411.194 testes positivos desde o começo da pandemia. (Foto: EBC)

O total de pessoas contaminadas pelo coronavírus desde o início da pandemia alcançou 20.703.906. Entre quinta-feira (26) e esta sexta-feira (27), as secretarias de saúde registraram 27.345 novos casos da doença.

Ainda há 495.905 casos em acompanhamento. O nome é dado para pessoas cuja condição de saúde é observada por equipes de saúde e que ainda podem evoluir para diferentes quadros, inclusive graves.

Já a quantidade de pessoas que não resistiram à pandemia chegou a 578.326. Entre quinta-feira e sexta-feira, foram registradas 761 mortes provocadas pela covid-19.

Ainda há 3.574 falecimentos em investigação. Isso pelo fato de haver casos em que o diagnóstico depende de resultados de exames concluídos apenas após o paciente já ter morrido.

O número de pessoas que se recuperaram da covid-19 subiu para 19.629.675. Isso corresponde a 94,8% das pessoas infectadas no Brasil desde o início da pandemia.

Os dados foram divulgados na atualização diária do Ministério da Saúde, na noite desta sexta-feira. O balanço consolida os dados sobre casos e mortes levantados pelas secretarias estaduais de saúde.

No topo do ranking de mortes por Estado estão São Paulo (145.316), Rio de Janeiro (62.091), Minas Gerais (52.784), Paraná (37.333) e Rio Grande do Sul (34.113). Na parte de baixo da lista estão Acre (1.813), Roraima (1.936), Amapá (1.950), Tocantins (3.670) e Sergipe (5.981). Não foram registradas novas mortes no período de 24 horas no Acre.

Vacinação – Dados mais recentes do painel de vacinação do Ministério da Saúde mostram que 186,2 milhões de doses da vacina contra a covid-19 foram aplicadas em todo o país, sendo 127,7 milhões como primeira dose e 58,4 milhões como segunda dose. Em 24 horas, foram aplicadas 1,4 milhão de doses.

Ainda conforme o painel, foram distribuídas 230,1 milhões de doses, sendo entregues 215,2 milhões de doses.

Dose de reforço

Representantes da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e da farmacêutica Janssen, do conglomerado estadunidense Johnson & Johnson, reuniram-se nesta sexta-feira (27) para discutir a troca de informações sobre o uso da dose de reforço.

A Anvisa solicitou da empresa o compartilhamento dos estudos realizados sobre a aplicação dessa proteção adicional. Os integrantes do órgão pediram que o repasse de informações ocorra à medida que sejam concluídos, no processo chamado de submissão contínua.

Segundo comunicado da agência, o objetivo é coletar subsídios para avaliar as possibilidades e a demanda por uma dose de reforço no caso do imunizante. Essas informações podem auxiliar no possível replanejamento do Programa Nacional de Imunizações (PNI).

Diferentemente de outras vacinas, a Janssen tem o ciclo vacinal completo somente com uma dose, e não com duas.

Pfizer – Representantes da Anvisa também se reuniram com integrantes da farmacêutica Pfizer para dar continuidade à troca de informações sobre a 2ª dose do imunizante. Foram apresentados e compilados os dados que são públicos, sem novas informações por parte do laboratório.

A Anvisa deseja reunir dados tanto de testes da própria Pfizer quanto de pesquisas realizadas por instituições públicas e privadas para avançar na análise sobre a necessidade e conveniência sobre a dose de reforço.

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