Segunda-feira, 25 de maio de 2026
Por Redação O Sul | 10 de dezembro de 2015
O valor dos produtos que compõem a cesta básica aumentou, em novembro, nas 18 capitais onde é feita a Pesquisa da Cesta Básica de Alimentos, pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos). As quatro que apresentaram mais avanços foram: Brasília-DF (9,22%); Campo Grande-MS (8,66%), Salvador-BA (8,53%) e Recife-PE (8,52%). A menor correção foi observada em Belém-PA (1,23%).
A capital onde a cesta básica custa mais caro é Porto Alegre (404,62 reais), que teve alta de 6,26%; seguida por São Paulo-SP (399,21 reais), com elevação de 4,47%; Florianópolis-SC (391,85 reais), com alta de 3,54%, e Rio de Janeiro-RJ (385,80 reais), elevação de 7,27%. Já entre as cidades que apresentam os menores valores estão: Aracaju-SE (291,80 reais); Natal-RN (302,14 reais) e João Pessoa-PB (310,15 reais). Em novembro, todos os produtos tiveram predomínio de alta nos preços nas cidades pesquisadas.
O Dieese estima que o valor mínimo do ganho mensal de um trabalhador, para suprir as necessidades básicas de uma família com quatro pessoas, é 3.399,22 reais. O valor é 4,31 vezes superior ao do salário mínimo em vigor. Em outubro último, o valor tinha sido calculado em 3.210,28 reais, o equivalente a 4,07 vezes o piso mínimo do País. (ABr e Dieese)
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