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Cinemateca Capitólio, em Porto Alegre, retoma exibição de filmes com presença de público

Instituição está localizada na esquina da rua Demétrio Ribeiro com avenida Borges de Medeiros (Centro Histórico). (Foto: Marcello Campos/O Sul)

Localizada no Centro Histórico de Porto Alegre, a Cinemateca Capitólio voltou a receber público, encerrando uma paralisação de atividades presenciais iniciada em março do ano passado por causa da pandemia de coronavírus. A reabertura foi realizada no fim da tarde desta terça-feira (6), com a exibição do clássico  francês “Jules e Jim” (1962), de François Truffaut.

E a programação continua nesta quarta-feira, às 17h, quando entram em cartaz os longa-metragens gaúchos “Disforia”, de Lucas Cassales, e “Aos Olhos de Ernesto”, de Ana Luiza Azevedo, produções que tiveram suas trajetórias impactadas pelo fechamento das salas de cinema em 2020. Será uma sessão por dia, sempre de terça a domingo.

Mesmo fechada para atividades com público em sua sala de cinema, o espaço – mantido pela Secretaria Municipal da Cultura (SMC) – nunca paralisou suas atividades. O atendimento aos pesquisadores, bem como o recebimento de doações e organização do acervo, dentre outras atividades no prédio (testes de filmes, “lives” e entrevistas) continuaram, atendendo aos protocolos sanitários.

Além disso, diversas atividades culturais e de difusão migraram para o ambiente virtual, a fim de que as pessoas se sentissem próximas da instituição. “Vale destacar a curadoria on-line, que durante meses indicou filmes para os seguidores do espaço nas redes sociais, além da criação do projeto de difusão do acervo, o Histórias do Cinema Gaúcho e Cartazes do Cinema Gaúcho”, ressalta a prefeitura.

“Além disso, o Programa de Alfabetização Audiovisual seguiu com seu trabalho de atendimento aos professores e alunos da comunidade escolar porto-alegrense, oferecendo cursos como o Cinema Negro na Escola e a realização da 12ª edição do Festival Escolar de Cinema”, acrescenta.

Protocolos

Para a reabertura das portas do Capitólio, uma série de adaptações para o uso do espaço (na esquina da rua Demétrio Ribeiro com a avenida Borges de Medeiros) foram implementadas.

Isso inclui protocolos desde a entrada até a saída do público, limite de 30% de espectadores por sessão, distanciamento entre os presentes, além do uso obrigatório de máscara durante toda a sessão e o incentivo à higienização constante das mãos.

O ciclo de filmes que prossegue até o dia 14 tem o apoio da Cinemateca da Embaixada da França. A entrada custa R$ 16 e a meia-entrada segue as normas estabelecidas por lei.

Programação

– 7 de julho (quarta-feira) / 17h – “Disforia”;

– 8 de julho (quinta-feira) / 17h – “Aos Olhos de Ernesto”;

– 9 de julho (sexta-feira) / 17h – “Disforia”;

– 10 de julho (sábado) / 17h – “Aos Olhos de Ernesto”;

– 11 de julho (domingo) / 17h – “Disforia”;

– 13 de julho (terça-feira) / 17h – “Aos Olhos de Ernesto”;

– 14 de julho (quarta-feira) / 17h – “Disforia”.

(Marcello Campos)

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