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Uma cobertura em Miami está à venda por preço de ocasião: “apenas” 194 milhões de reais

Cobertura de edifício cobiçado de Miami é colocada à venda. (Foto: Reprodução)

Um dos imóveis mais cobiçados de Miami está à venda por um preço de ocasião. Trata-se de uma das coberturas do Faena House, que como o nome indica foi idealizado pelo desenvolver imobiliário argentino Alan Faena. Localizado em plena Collins Avenue, o edifício ficou pronto há pouco mais de um ano e tem projeto assinado pelo conceituado escritório de arquitetura britânico Foster + Partners.

No caso do apê listado nos classificados em questão, este tem quase 600 metros quadrados de área privativa e vista privilegiada do Oceano Atlântico. Sem falar que o Faena House funciona como um hotel, com seu próprio estafe para limpeza e afins, além de concierge, serviço de quarto 24 horas e até uma clínica estética para uso exclusivo de seus moradores.

O preço por tudo isso? Aceitam-se ofertas a partir de US$ 37 milhões (R$ 194,9 milhões). Apesar de altíssima, a cifra está bem abaixo dos US$ 60 milhões (R$ 316,1 milhões) que o bilionário americano Ken Griffin, que no momento negocia a compra de um château que pertence a Calvin Klein e fica nos Hamptons, desembolsou tempos atrás para ficar com uma penthouse idêntica.

Jeff Bezos

Dá para considerar Jeff Bezos um homem de muita sorte. Além das dezenas de bilhões que tem na conta e que o tornam o homem mais rico do mundo, o fundador e CEO da Amazon escapou recentemente de amargar um prejuízo daqueles. É que Bezos, que é dono de aproximadamente 12% da varejista online, vendeu cerca de US$ 3,4 bilhões (R$ 17,3 bilhões) em ações da empresa que tem capital aberto na bolsa eletrônica NASDAQ no começo de fevereiro, e portanto apenas algumas semanas antes da queda sem precedentes nos mercados de capitais resultante da crise do novo coronavírus. Só para se ter uma ideia, caso tivesse feito a operação alguns dias depois do vendaval que causou e ainda causa calafrios em muitos investidores, Bezos teria perdido algo entre US$ 300 milhões (R$ 1,53 bilhão) e US$ 400 milhões (R$ 2,4 bilhões).

Tá certo que o bilionário viu sua fatia na Amazon perder valor de qualquer jeito, mas ele sempre deixou claro que não pretende se desfazer de seu principal ativo e está confiante de que logo, logo as coisas vão melhorar. Além disso, o US$ 1 bilhão (R$ 5,1 bilhões) que ele levanta todo ano para alocar em sua empresa de aviação espacial, a Blue Origin, parece já está garantido por um bom tempo.

 

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