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Colégio Farroupilha lidera ranking do Enem de 2025 dentre as escolas de grande porte no RS

Instituição é uma das mais tradicionais do setor no Estado. (Foto: Divulgação)

Uma das mais tradicionais instituições de ensino de Porto Alegre, o Colégio Farroupilha registrou crescimento de desempenho em todas as áreas do conhecimento no Exame Nacional do Ensimo Médio (Enem) de 2025.

Foram 177 alunos avaliados, que representam 85% dos formandos. Dentre as escolas com mais de 100 estudantes avaliados, o Farroupilha ocupa a 1ª posição no ranking não só da capital gaúcha, mas de todo o Rio Grande do Sul. Já no que se refere ao cenário nacional, avançou 51 posições.

“Esse resultado reflete um trabalho sistemático e comprometido com a aprendizagem e formação de nossos estudantes, confirmando a consistência de nosso projeto pedagógico”, ressalta a diretora-geral Maricia Ferri.

Instituição

O Farroupilha foi fundado em 1886 pela Deutscher Hilfsverein (Associação Beneficente Alemã), entidade destinada a auxiliar os imigrantes germânicos e seus descendentes. A escola recebeu a denominação Knabenschule des Deutschen Hilfsvereins (Escola de Meninos da Associação Beneficente Alemã) e ocupava inicialmente algumas salas alugadas da comunidade evangélica, no Centro Histórico de Porto Alegre.

Em 1895, foi inaugurado o prédio próprio, na então rua São Rafael (atual avenida Alberto Bins), em terreno onde posteriormente seria construído o Hotel Plaza São Rafael). Já a Escola de Meninas teve suas atividades iniciadas oficialmente em 1904 e, em 1911, seria a vez do jardim de infância – considerado o primeiro do Rio Grande do Sul e o terceiro do Brasil.

A partir dos anos 1920, o Farroupilha adotou o ecumenismo nas aulas de religião, de forma pioneira dentre as instituições de ensino na capital gaúcha. A década seria marcada, em seu final, pela união definitiva entre as Escolas de Meninos e de Meninas.

Com a expansão do número de alunos, em 1962 a escola foi transferida para um prédio novo e moderno, construído em terreno adquirido pela Associação em 1928 e cuja denominaçao, “Chácara das Três Figueiras”, acabaria inspirando o nome ao bairro que ali se formou. Por esse motivo, o Município tombou as três árvores dessa espécie no local.

 

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