Os gols 78 e 79 de Neymar, marcados na goleada por 5 a 1 sobre a Bolívia, na sexta-feira, tornaram Neymar o maior artilheiro da Seleção Brasileira em jogos oficiais. Ao mesmo tempo, o brasileiro se aproximou do topo da lista entre os maiores artilheiros da amarelinha em competições oficiais, mas ainda não adentrou o top 3.
Os gols contra os bolivianos, válidos pelas eliminatórias sul-americanas para a Copa de 2026, foram o 34º e o 35º do atacante do Al-Hilal. Agora, ele precisa de pelo menos mais dois para alcançar os 37 de Romário. A oportunidade está posta nesta terça-feira (12), quando o Brasil vai a Lima enfrentar a seleção peruana, às 23h.
Quem lidera a lista é Pelé, ultrapassado por Neymar em gols oficiais na sexta-feira. O Rei fez 43 gols por competições como Copa do Mundo, Copa América, as próprias eliminatórias e outros torneios menores. Em segundo, Ronaldo, que disputou esses mesmos torneios e foi contemporâneo da já extinta Copa das Confederações, aparece com 39 gols.
O levantamento, feito pelo jornal O Globo, inclui apenas jogos dentro de competições, ou seja, não são computados amistosos, nem partidas consideradas não oficiais pela Fifa. Veja o top 10:
– Pelé – 43;
– Ronaldo – 39;
– Romário – 37;
– Neymar – 35;
– Ademir Menezes – 32;
– Zizinho – 28;
– Zico – 23;
– Bebeto – 23;
– Adriano – 23;
– Rivaldo – 22.
Homenagem
O atacante Neymar recebeu do presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues, uma placa em homenagem à marca alcançada na goleada do Brasil por 5 a 1 sobre a Bolívia no Estádio Mangueirão, em Belém, no Pará.
Assinada pelo presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues, a placa contém a seguinte inscrição dedicada ao craque: “A Neymar Jr, maior artilheiro da Seleção Brasileira de todos os tempos em jogos contra seleções, o agradecimento da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Com seus gols, você tem levado alegria a milhões de brasileiros e torcedores pelo mundo.”
O craque expressou a felicidade depois de atingir a marca e afirmou que sempre sonhou em fazer sua história com a Amarelinha.
“Estou muito feliz, estou sem palavras, jamais imaginei alcançar esse recorde. Não sou melhor que o Pelé ou qualquer outro jogador que passou pela Seleção. Eu sempre quis escrever o meu nome na história do futebol brasileiro e da Seleção Brasileira e hoje eu fiz isso. Agradeço a minha família e a todos os meus companheiros”, disse.
Com a Seleção Principal, o camisa 10 disputou três Copas do Mundo, levantou a taça da Copa das Confederações em 2013, no Brasil, e agora acrescenta mais um capítulo em sua história com a Amarelinha. As informações são do jornal O Globo e da CBF.
