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Comissário de bordo é acusado de começar um incêndio em um avião para posar de herói ao apagá-lo

Johnathan Tafoya-Montano teria ateado fogo em uma pilha de papel-toalha no banheiro. (Crédito: Reprodução)

Um comissário de bordo foi acusado de começar um incêndio em um avião para posar de herói ao apagá-lo em seguida, informaram as autoridades americanas. Johnathan Tafoya-Montano, empregado da companhia aérea American Airlines, teria ateado fogo em uma pilha de papel-toalha no banheiro e, depois, apagado as chamas com um extintor na frente de um colega. Preso no dia 1º de março, o funcionário responde agora – em liberdade, sob pagamento de fiança – por destruição da aeronave e por mentir às autoridades.

Os investigadores concluíram que o suposto acidente havia sido, na verdade, um ato premeditado do comissário. “Depois de admitir que mentiu para a polícia, Tafoya-Montano deu várias versões para o início do incêndio”, registra uma queixa criminal contra ele. Eventualmente, Tafoya-Montano admitiu o plano.

O jovem de 23 anos rondou pelos corredores do avião por alguns minutos antes de fingir ter descoberto o fogo e alertar a tripulação. O comandante do voo, que viajava de Dallas para Detroit (EUA), notificou os controladores do tráfego aéreo e solicitou um pouso de emergência – realizado sem problemas – ao se aproximar do Aeroporto Metropolitano de Detroit.  A polícia detalhou que Tafoya-Montano usou um isqueiro para começar o incêndio. Quando o fogo ganhou intensidade, ele teria imediatamente apagado as chamas. Ele trabalhava na empresa há mais de um ano.

Depois de ser preso, o comissário de bordo foi escoltado de volta para Dallas por um agente de segurança, cuja tarefa incluía manter o acusado sentado durante todo o voo. O jovem está proibido de voar sem a permissão do tribunal.

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