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Confira dez dicas para fazer Pix com mais segurança

Segundo especialista, cuidados simples ajudam a evitar erros e golpes. (Foto: ABr)

O Pix caiu de vez no gosto dos brasileiros desde o seu lançamento, em novembro de 2020, e se tornou parte da rotina de milhões de pessoas. Segundo o Banco Central (BC), mais de 170 milhões de pessoas usam o meio de pagamento instantâneo, o equivalente a cerca de 80% da população. Apenas em janeiro deste ano, foram realizadas mais de sete bilhões de transações. Diante da popularidade, é importante adotar hábitos para usar a ferramenta com mais segurança e evitar cair em armadilhas.

Caso suspeite de golpe ou perceba que fez um Pix indevido, a especialista orienta que a agir rápido. Ela recomenda contatar o banco pelos canais oficiais, relatar a fraude e solicitar a abertura de contestação e, quando aplicável, o acionamento do Mecanismo Especial de Devolução (MED).

Vale lembrar que o MED só deve ser acionado em caso de fraude, suspeita de fraude ou erro operacional das instituições financeiras. A ferramenta não pode ser usada em caso de Pix a destinatários errados digitados pelo usuário.

Checagem de coerência

Antes de confirmar, leia o nome do recebedor, que é sempre mostrado pelo aplicativo do banco. Desde as novas medidas de segurança exigidas pelo Banco Central, os apps também trazem alertas quando há suspeita de fraude. Compare com o que você espera: é a mesma pessoa ou empresa? Faz sentido para aquela compra?

Pix “para terceiro”

Um dos atalhos mais usados em golpes é pedir para você mandar para outra chave porque “a máquina caiu”, porque “é do sócio” ou porque “a conta do caixa está bloqueada”. Se o vendedor disser para mandar para outra pessoa, peça a chave do estabelecimento ou não conclua a compra.

QR Code

O QR Code colado pode ser substituído por outro sem que você perceba. Isso é ainda mais comum em datas movimentadas, como o Dia dos Namorados, nesse mês. Sempre confira se os dados que aparecem na leitura correspondem ao fornecedor real.

Pagamento on-line

Golpes comuns levam o usuário para um ambiente diferente no meio do pagamento. Se o fluxo te jogar para outro site com cara estranha ou com erro de português, interrompa e refaça pelo canal oficial.

“Pix copia e cola”

Códigos enviados por WhatsApp facilitam o golpe porque o usuário não vê o contexto do vendedor real. Se o vendedor pedir para você chamar no WhatsApp para receber o código, prefira pagar pelo site ou app oficial.

Pedidos de devolução

Se alguém disser que fez um Pix errado para sua conta e pedir devolução para outra chave, pare. Confirme no seu app se realmente recebeu esse valor e, se precisar devolver, use a opção de devolução para o mesmo remetente que o próprio aplicativo oferece.

Calma ao pagar

Golpistas sempre criam uma oferta vantajosa com prazo curto. Essa pressão tira a atenção na hora de conferir os dados. Alguns segundos de checagem evitam muita dor de cabeça.

Use rede móvel

Rede aberta aumenta o risco de páginas falsas e interceptações. Se precisar de internet para pagar, priorize o 4G ou 5G do celular.

Ajuste limites

Limites menores por transação e por horário reduzem o prejuízo em caso de roubo ou coação. Vale revisar suas preferências antes de sair.

Golpes com IA

Com inteligência artificial, criminosos conseguem imitar a voz de um parente pedindo dinheiro com urgência. Respire fundo e valide por outro canal antes de transferir: ligue para o número já salvo, faça uma videochamada ou confirme com outra pessoa da família. (As informações são do Extra)

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