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Corsan é eleita melhor empresa de saneamento no Melhores & Maiores 2026

A Corsan foi reconhecida como a melhor empresa de Saneamento e Meio Ambiente na 53ª edição do Melhores & Maiores, da revista Exame. A premiação ocorreu em São Paulo,  e foi recebida pelo diretor financeiro e de relações com investidores, Bruno Jatene, representando os mais de 5 mil colaboradores da Companhia.

O reconhecimento chega em meio ao maior ciclo de investimentos em saneamento da história do Rio Grande do Sul. Desde 2023, a Corsan executa um plano de R$ 15 bilhões até 2033, voltado à expansão e modernização dos sistemas de água e esgoto nos 317 municípios atendidos.

“Receber esse reconhecimento em nome da Corsan é motivo de satisfação, principalmente porque ele representa o trabalho de milhares de pessoas que estão envolvidas nessa transformação. Avançamos em escala de investimentos e execução, mas sabemos a dimensão do caminho que ainda temos pela frente”, afirmou Jatene.

A presidente da Companhia, Samanta Takimi, destacou que a premiação sinaliza o avanço da transformação iniciada há três anos, sem diminuir os desafios.

“É um reconhecimento que nos mostra que estamos avançando na direção certa, mas também nos faz olhar para tudo o que ainda precisamos entregar. Temos um longo caminho até a universalização e seguimos trabalhando para ampliar a qualidade, a segurança e a resiliência dos nossos serviços”, disse.

Expansão do esgotamento sanitário

Um dos principais objetivos é elevar a cobertura de esgoto de 19% em 2023 para 90% até 2033. Para isso, a Companhia ampliou o ritmo de execução: cerca de 40 km de novas redes são instalados a cada 15 dias, e os investimentos anuais saltaram de R$ 400 milhões para R$ 1,5 bilhão.

Resiliência climática

As enchentes de 2024 reforçaram a necessidade de infraestrutura adaptada. A Corsan estruturou um Plano de Resiliência Hídrica de R$ 1,88 bilhão, com intervenções em 55 municípios, além de investir R$ 30 milhões em telemetria e automação para monitoramento em tempo real.

“O desafio combina a recuperação de um déficit histórico de saneamento com a necessidade de adaptação da infraestrutura à realidade climática do Estado”, detalhou Jatene. (por Gisele Flores – gisele@pampa.com.br)

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