Uma criança pequena encontrou uma arma carregada dentro de casa e matou a mãe com um tiro na cabeça enquanto ela participava de uma reunião online de trabalho, na última quarta-feira (11). Os colegas da mulher viram a cena ao vivo, segundo a polícia da Flórida.
A idade da criança não foi divulgada, mas a polícia se referiu a ela como “toddler”, termo em inglês usado para definir crianças entre os 12 e 36 meses.
Um dos participantes da videoconferência acionou o serviço de emergência após ver a criança no fundo e ouvir o som de um tiro, segundo a polícia de Altamonte Springs. A mulher, identificada como Shamaya Lynn, de 21 anos, caiu para trás e não retornou ao vídeo.
“Policiais e paramédicos fizeram o melhor que puderam para acudir a sra. Lynn, mas ela foi encontrada com um ferimento a bala na cabeça”, diz um comunicado da polícia.
As autoridades disseram que a arma claramente não estava guardada em um lugar seguro. Os investigadores trabalham em conjunto com o gabinete da Procuradoria do Condado de Seminole para determinar se serão apresentadas acusações contra alguém.
Mira a laser
Uma mulher baleou acidentalmente um amigo ao usar a mira a laser de uma pistola para brincar com um gato em Wisconsin, na quinta-feira (12), segundo autoridades locais.
A jovem de 19 anos, que não teve sua identidade divulgada, foi acusada de uso negligente de uma arma. Ela estava visitando um apartamento na cidade de Kenosha quando seu amigo, de 21 anos, chegou ao local com a pistola.
A mulher, que segundo uma testemunha tinha bebido, pegou a arma, “ligou a mira e apontou o laser para o chão para que o gato perseguisse o ponto de luz”. Foi então que a pistola disparou, segundo o boletim de ocorrência.
O homem, que estava parado na porta, foi baleado na coxa. Ele saiu e foi até o apartamento vizinho, onde foi encontrado pelo policiais que atenderam ao chamado, segundo o jornal “Kenosha News”.
Ele foi levado a um hospital e não há informações sobre seu estado, mas as autoridades dizem que ele irá enfrentar acusações por violar as condições de uma condicional, que o impediam de portar uma arma.
A autora do tiro disse à polícia que pensou que a arma estava descarregada e que ela disparou “acidentalmente”, ainda de acordo com o boletim de ocorrência.
