Ao ser informado sobre postagens nas redes sociais de um culto religioso que prometia imunizar pessoas contra o coronavírus, o MP (Ministério Público) do Rio Grande do Sul tomou uma série de providências nas esferas cível e criminal. A atitude pode ser enquadrada em crimes como charlatanismo, curandeirismo e estelionato. O órgão já notificou os responsáveis, pedindo explicações.