Diferente dos parlamentares da oposição, boa parte dos governistas defendem a continuidade da agenda de votações na Câmara dos Deputados, após as denúncias de corrupção envolvendo o presidente Michel Temer. Ao todo, 16 medidas provisórias estão com o seus prazos de vigência no limite, pois perdem a validade até o dia 2 de junho.