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Política Desembargador manda soltar o ex-ministro Milton Ribeiro, pastores e outros presos em investigação sobre escândalo do Ministério da Educação

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Determinação foi tomada após magistrado plantonista negar pedido de soltura feito pelo ex-ministro.

Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
Determinação foi tomada após magistrado plantonista negar pedido de soltura feito pelo ex-ministro. (Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

O ex-ministro da Educação Milton Ribeiro deixou a carceragem da Polícia Federal na capital paulista na tarde desta quinta-feira (23). Ele foi solto por volta das 15h, após o desembargador Ney Bello, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, cassar a prisão preventiva. Os outros liberados são Gilmar Santos, Arilton Moura, Helder Diego da Silva Bartolomeu e Luciano de Freitas Musse.

A decisão atende a um habeas corpus apresentado pela defesa do ex-ministro. Mais cedo, o desembargador plantonista Morais da Rocha tinha rejeitado o mesmo pedido, alegando que a defesa não tinha apresentado os documentos que evidenciavam constrangimento ilegal na prisão.

O desembargador afirma que a determinação deve ser encaminhada, com urgência, à 15ª Vara Federal de Brasília, que decretou as prisões, “para imediato cumprimento e expedição dos alvarás de soltura”. A decisão vale até que o habeas corpus seja julgado pelo colegiado da 3ª Turma do TRF-1.

Na decisão, o desembargador argumentou que Milton Ribeiro não integra mais o governo e que os fatos investigados não são atuais, portanto, não se justifica a prisão.

“Por derradeiro, verifico que além de ora paciente não integrar mais os quadros da Administração Pública Federal, há ausência de contemporaneidade entre os fatos investigados – ‘liberação de verbas oficiais do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação e do Ministério da Educação direcionadas ao atendimento de interesses privados’ – supostamente cometidos no começo deste ano, razão pela qual entendo ser despicienda a prisão cautelar combatida”, diz.

Segundo Ney Bello, “deve prevalecer a regra geral relativa à privação da liberdade pessoal com finalidade processual, segundo a qual o alcance do resultado se dá com o menor dano possível aos direitos individuais, sobretudo quando há expressa referência a inúmeras outras medidas de natureza cautelar, que podem ser decretadas pelo juízo da causa e em proveito das investigações”.

“Da mesma forma, as decisões que foram tomadas e os atos adjetivados de ilícitos há meses atrás, não estando o paciente na possibilidade de continuar os praticando, não geram contemporaneidade e nem a utilidade a fundar um decreto de prisão preventiva. Como o próprio nome já indica, a prisão preventiva serve para prevenir, não para punir; serve para proteger e não para retribuir o mal porventura feito”, afirma o desembargador.

O magistrado disse ainda que a investigação deve prosseguir e já está avançada. “Os argumentos contidos na indigitada decisão, verifico que a busca e apreensão já foi realizada, as quebras de sigilos já foram deferidas e não há razão o bastante para a manutenção da prisão, sem a demonstração concreta de onde haveria risco para as investigações”.

Decisão anterior

O pedido de habeas corpus da defesa de Milton Ribeiro foi distribuído para o gabinete do desembargador Ney Bello. Mais cedo, o magistrado de plantão, desembargador Morais da Rocha, rejeitou a ação.

Ele negou conhecimento ao pedido, ou seja nem analisou o mérito do habeas corpus. O desembargador entendeu que a defesa de Ribeiro ainda não tinha tido acesso aos autos do processo e, por isso, não apresentou “os documentos indispensáveis para demonstrar o alegado constrangimento ilegal” na prisão.

Na decisão, o desembargador afirmou: “Nada impede que, de posse dos documentos necessários à instrução do habeas corpus, seja promovida nova impetração, trazendo ao feito com os elementos necessários para o seu conhecimento e apreciação”.

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Valmir Endruweit
23 de junho de 2022 16:22

Sem entrar no mérito desembargador toma uma decisão equivocada como várias decisões de magistrados no Brasil, ele está na lista do STJ prara ocupar cargo, é uma enxurrada de decisões com entuíto de cargos, e favores particulares.

Eloa Guterres
23 de junho de 2022 16:45

Investiguem esse Desembargador!! Nao é possível um ladrão rico, nao pode ficar preso, porque um Desembargador vai lá e solta!! “Indignação “;

Vanderlei Ochoa
23 de junho de 2022 19:23

O melhor presidente que o Brasil já teve. O teu, não serve pra nada…..hahahahahahahaha

Marco Antonio Cervi
23 de junho de 2022 18:43

Tem LADRÃO condenado concorrendo ao maior Cargo do país.

José Costa
23 de junho de 2022 21:13

Eloa Guterres, concordo 100% contigo. Preso a partir do momento que o ladrão seja condenado. Como o molusco, o Zé, o Genuino…

Marco Antonio Cervi
23 de junho de 2022 18:58

Não sabia que já tinha acontecido o julgamento e muito menos os recursos,nossa que rapidez.sabe de uma coisa,Eloá…vai te c…

Eloa Guterres
23 de junho de 2022 18:51

Marco Antonio, nao é porque o outro roubou, que você vai roubar também!! Que comparação!! O que devemos fazer é que esses ladrões, todos!! Fiquem presos!

Eloa Guterres
23 de junho de 2022 19:02

Marco Antonio, vai você!

Austregésilo Silva
23 de junho de 2022 19:06

Não pensem que o Judiciário faz justiça: ele diz o Direito, leis que são elaboradas pelo legislativo (Congresso), se o Judiciário fizesse justiça não teríamos a quadrilha que roubou mais de 1,5 trilhões de reais, solta com seu chefe concorrendo à presidência da república…SMJ

Ck Ps
23 de junho de 2022 20:22

Basta falar da corrupção dos q pensam diferente de ti que o teu ilícito fica menor? belo raciocínio, mas ninguém embarca mais nessa, sobretudo pq nesse governo esta com Deus kkkk

José Costa
23 de junho de 2022 19:12

“Há ausência de contemporaneidade entre os fatos investigados”. Estas são palavras de um Desembargador. Para a esquerdalha não serve. Mas para a esquerdalha (nojenta e asquerosa), um molusco de nove tentáculos, ladrão, condenado em três Instâncias, é inocente.

Vanderlei Ochoa
23 de junho de 2022 19:22

Esse ministro não foi aquele que deu um tiro de revolver em um aeroporto?

Vanderlei Ochoa
23 de junho de 2022 21:06

O mito sabia. O mito sabia. O mito sabia.

Vanderlei Ochoa
23 de junho de 2022 23:37

Mas ele (mito) botou a cabeça no fogo pelo ministro chê…hahahahahahahaahah

Denise Goulart de Munhós
23 de junho de 2022 23:30

A prisão do ex-ministro foi para “lacração”, para tentar infundir corrupção ao governo do Presidente Bolsonaro, embora o presidente não tenha responsabilidade sobre os atos dos ministros por ele nomeado e demais integrantes de sua equipe de governo, aliás, assim que foi aventada a possibilidade envolvimento do ex-ministro em ato delituoso o mesmo foi afastado da Pasta da Educação. Também me surpreendo o fato de os opositores ao presidente Bolsonaro concordarem com a prisão de uma pessoa sem que haja investigação, julgamento e condenação!

Eloa Guterres
23 de junho de 2022 23:45

A quadrilha!! Foi divulgada e provada!

Jota Junior
24 de junho de 2022 08:21

Mais um golpe da esquerda, infiltrada em todas as esferas, a esquerda tenta minar a reeleição do Presidente Bolsonaro, agora a história de um delegado é que houve interferência superior, esses esquerdistas perderam a mamata da mesadinha petista que quebrou o Brasil, foram anos e mais anos de safadezas financeiras, e agora um mosquito peida e a culpa é do presidente…tá de brincadeira comunistaiada!!!

Marco Antonio Cervi
24 de junho de 2022 12:46

Tem uns ridículos que comentam aqui que estão torcendo contra o país,isso é fato,só que o candidato deles já é um condenado por ser chefe de quadrilha e vem querer falar em corrupção,mas que barbaridade.lider de pesquisa que não pode sair na rua

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