O aumento médio de 19,04% das tarifas dos consumidores industriais da RGE, aprovado hoje pela Aneel, sinaliza a importância de as empresas buscarem alternativas mais baratas ao fornecimento de energia, como é o caso do mercado livre.
“Os aumentos expressivos nas tarifas de energia, superiores à inflação, dificultam o processo de recuperação da economia brasileira”, destaca o diretor de Operações da comercializadora Electra Energy, Fernando Umbria.
O mercado livre pode ser acessado por empresas com demanda a partir de 500 kW, na condição de consumidores especiais. Nessas condições, as empresas contratam energia de fontes incentivadas (como eólicas, pequenas centrais hidrelétricas e usinas a biomassa). Além disso, indústrias e outros consumidores com demanda mínima de 3 MW podem comprar a energia produzida por grandes geradoras.
“As empresas contam, no mercado livre, com opções de contratação mais vantajosas, com flexibilidade para busca de condições mais competitivas para abastecer seu processo produtivo. Uma boa negociação no mercado livre pode, portanto, fazer a diferença e ajudar uma empresa a se destacar em comparação com seus concorrentes”, completa Umbria, da Electra Energy. Além da liberdade de escolha de fornecedor de energia, consumidores atendidos no mercado livre têm melhores condições de previsibilidade das variações de preço do insumo a cada ano.
