O Banco Central vai liberar, a partir de maio, as consultas a um novo lote de recursos “esquecidos” nos bancos. Assim, quem não encontrou dinheiro na primeira fase de consultas, aberta na noite de domingo (13), ainda pode ter recursos a receber nas próximas etapas.
Ao todo, os clientes têm R$ 8 bilhões para receber dos bancos. Na primeira fase, foram liberadas as consultas a R$ 4 bilhões. Uma segunda fase terá início em 2 de maio.
O BC não informou, no entanto, se todos os demais R$ 4 bilhões serão liberados nessa segunda fase, ou se haverá mais fases ao longo do ano. Ainda em janeiro, o banco disse que todos os recursos seriam liberados ainda em 2022.
É a essa segunda etapa que se refere a uma mensagem que aparece para muitos clientes que acessam o sistema desde domingo.
“Quem não tiver valores a receber nesta etapa poderá ter nas próximas fases”, informou o BC ao ser questionado sobre a mensagem.
Como consultar
Acesse o site valoresareceber.bcb.gov.br;
Os clientes precisam do CPF, no caso das pessoas físicas, e do CNPJ, no caso das empresas, para consultar a existência de recursos para saque;
A página vai informar uma data para consultar os valores e solicitar o saque – anote esta data;
Na data informada, retorne à página valoresareceber.bcb.gov.br;
Use seu login gov.br para acessar o sistema;
Após o acesso, consulte o valor e solicite a transferência.
Que dinheiro é esse?
A primeira fase compreende dinheiro de:
– contas-correntes ou poupança encerradas com saldo disponível;
– tarifas e parcelas ou obrigações relativas a operações de crédito cobradas indevidamente, desde que a devolução esteja prevista em Termo de Compromisso assinado pelo banco com o BC;
– cotas de capital e rateio de sobras líquidas de beneficiários e participantes de cooperativas de crédito; e
– recursos não procurados relativos a grupos de consórcio encerrados.
Posteriormente, deverão ser liberados recursos de:
– tarifas e parcelas ou obrigações relativas a operações de crédito cobradas indevidamente, previstas ou não em Termo de Compromisso com o BC;
– contas de pagamento pré-paga e pós-paga encerradas com saldo disponível;
– contas de registro mantidas por corretoras e distribuidoras de títulos e valores mobiliários encerradas com saldo disponível; e
– outras situações que impliquem em valores a devolver reconhecidas pelas instituições. As informações são do portal de notícias G1.
