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Disputa na Associação Gaúcha de Municípios

A ex-governadora Yeda Crusius preside a Frente Parlamentar de Prevenção à Violência. (Foto: Antonio Paz/Palácio Piratini)

A eleição para a escolha da nova direção da Associação Gaúcha de Municípios hoje em Porto Alegre vai opor as candidaturas de dois nomes oriundos do PDT. De um lado, o atual prefeito de Caçapava do Sul, Giovani Amestoy, do PDT. E do outro, o ex-prefeito de Victor Graeff, Flavio Lammel, que deixou o PDT e agora concorre pelo PTB, seu novo partido. O universo de eleitores, ao contrário da Famurs, a Federação das Associações de Municípios, na AGM é mais reduzido: são 94 prefeitos com direito a voto.

A hora das chapas puras I

A deputada federal Yeda Crusius segue firme na pregação de uma chapa pura na disputa à Assembleia Legislativa e Câmara dos Deputados em 2018. Yeda demonstra com números que o PSDB cometeu um erro em 2014 ao coligar-se com o PP e o PRB. Acabou fornecendo votos para a eleição de deputados dos outros partidos.

A hora das chapas puras II

Presidente estadual do PRB, o deputado federal Carlos Gomes também está inclinado a preparar chapas puras do partido nas listas pra a Assembleia Legislativa e Câmara dos Deputados.

PP tem planos para Marcel van Hattem

Na cúpula do Partido Progressista, é muito forte a ideia de incentivar o deputado estadual Marcel van Hattem, para compor a lista de candidatos à Câmara dos Deputados. A pregação liberal de Marcel, deu-lhe um espaço nacional, que ajuda a repaginar o partido.

Reforma eleitoral em compasso

Todos os planos dos partidos políticos, porém, aguardam a caixa de surpresas em que se transformou a proposta de reforma da legislação eleitoral. Principalmente diante da possibilidade de implantação do voto em lista e do sistema distrital misto, o que, se acontecer, vai alterar toda a estratégia dos partidos.

Tribunal de Contas identifica presença de empresas suspeitas

O Tribunal de Contas do Estado decidiu ontem abrir inspeções extraordinárias na Secretaria de Obras Públicas, Irrigação e Desenvolvimento Urbano do Rio Grande do Sul e no Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem para apurar possíveis irregularidades em contratos celebrados entre esses órgãos e as empresas envolvidas na Operação Lava-Jato. A decisão acolheu representação Ministério Público de Contas que havia identificado a presença de empresas envolvidas na Operação Lava-Jato e abrange as gestões desde 2009.

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