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DNA confirma: corpo carbonizado é do embaixador grego

Corpo de Amiridis foi reconhecido por comparação com material genético da mãe. (Foto: Reprodução)

Após a realização de exames de DNA, a Polícia Civil do Rio de Janeiro confirmou que o corpo carbonizado que estava dentro de um carro Ford Ka Sedan alugado pelo embaixador grego no Brasil, Kyriakos Amiridis, 59 anos, é mesmo do diplomata. A perícia utilizou material genético da mãe do diplomata, que vive no país europeu.

Conforme a Divisão de Homicídios da Baixada Fluminense, a amostra do material genético da idosa chegou à capital fluminense na quinta-feira e o resultado foi possível em menos de 24 horas (em vez do prazo habitual de até 30 dias), devido à urgência exigida pelo caso.

Os investigadores não tinham dúvidas de que se tratava do corpo de Amiridis, mas a perícia para comprovar o reconhecimento oficial era indispensável ao inquérito, que considerou o caso solucionado em 30 de dezembro – dois dias antes, a mulher do diplomata, Françoise Oliveira, 40 anos, havia comunicado o desaparecimento do marido.

A Polícia concluiu que Amiridis foi morto na noite de 26 de dezembro, em um crime encomendado pela embaixatriz e executado pelo amante, um policial militar de 29 anos, com a ajuda de um primo de 24 anos. O corpo foi colocado no carro alugado pela vítima e encontrado carbonizado no dia 29.

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