Discreta, a primeira-dama argentina, Juliana Awada, conquistou a atenção do G20 por sua elegância. A esposa do presidente da Argentina, Mauricio Macri, desfilou pelos corredores da cúpula dos países mais poderosos do mundo e chamou a atenção de revistas de moda como Vogue e Harper’s Bazaar. Ele se encontrou também com o presidente russo, Vladmir Putin, e com o americano, Donald Trump.
Também vinculada com o mundo da moda, Juliana vem de uma família que possui uma famosa rede de lojas de roupas.
Casada com o Macri desde 2010, ela teve destaque durante a campanha eleitoral no ano passado quando aumentou a presença nos comícios do político.
A terceira esposa do ex-presidente do Boca Juniors é muito reservada quanto a sua intimidade familiar e evita declarações políticas.
Origem
Juliana vem de uma família de origem libanesa que alcançou um excelente nível de vida graças ao sucesso de grifes como Awada, para mulheres, e Cheeky, para crianças. Seu segundo marido (o primeiro casamento durou apenas um ano) foi o conde belga Bruno Laurent Barbier, pai de Valentina e nada tinha a ver com política. Alguns dos irmãos, principalmente o ator Alejandro Awada, sim, militaram em política. Alejandro nunca escondeu as críticas a Macri, nem mesmo após o cunhado tornar-se presidente.
Mas Juliana nunca se interessou por política. Em meados de 2015, ela começou a acompanhar Macri em atos de campanha, e sua presença foi aumentando gradualmente. Na reta final e desde que ele chegou ao poder, Juliana decidiu iniciar um caminho que, segundo as mesmas fontes, não tem o objetivo de lançar, no futuro uma eventual candidatura. Apenas “acompanhar o presidente”.
