O governo do Equador investiu pelo menos US$ 5 milhões em uma operação de espionagem para proteger o ativista australiano Julian Assange, fundador do Wikileaks, refugiado desde 2012 na embaixada do país em Londres. O jornal The Guardian teve acesso a documentos secretos que indicam que o Equador contratou uma empresa de segurança e agentes para vigiar pessoas que visitavam Assange na embaixada.