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Erro pode ter feito mulher esperar 4 meses para enterrar a mãe

Editoria de Arte/O Sul

Uma mulher vive um dilema para transferir os restos mortais da mãe para o túmulo da família em Ribeirão Preto (SP). Ela foi sepultada como indigente em Jardinópolis (SP)  no ano passado e a confirmação da identidade só veio seis meses depois.

A filha encaminhou um ofício para fazer a transferência, mas uma lei estadual prevê que a exumação só ocorra três anos após a data do falecimento. No entanto, um suposto erro de comunicação pode ter feito a família viver dias de angústia sem necessidade, uma vez que o advogado da própria prefeitura  afirmou que um documento expedido pela Polícia Civil pode liberar o procedimento. (AG)

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