A pressão por mudanças na política de preços da Petrobras, agravada com a greve de caminhoneiros que paralisou o país por dias, levou à saída do presidente da empresa, Pedro Parente, anunciada nesta sexta-feira (1º). No governo, o presidente da Petrobras era chamado de “cabeça-dura” por não querer alterar a política de preços da estatal.