Ícone do site Jornal O Sul

Facebook quer impedir vendas de armas na internet

Exército se prepara para abrir mão da fiscalização de armamento importado; controle interno seria substituído por documento preparado no país de origem do produto. (Crédito: Reprodução)

O Facebook quer impedir que sua rede social e aplicativo de compartilhamento de fotos Instagram sejam utilizados como um meio para negociar a venda de armas entre particulares.

O grupo americano atualizou suas regras de uso, que agora proíbem os usuários que não são licenciados a utilizar o Facebook para oferecer armas à venda ou negociar transações entre indivíduos. “Nos últimos dois anos, cada vez mais pessoas passaram a utilizar o Facebook para encontrar produtos e para comprar e vender coisas uns dos outros”, explicou Monika Bickert, chefe do setor de políticas de produtos do Facebook.

“Atualizamos nossas regras para produtos regulamentados de forma a refletir esta evolução”, acrescenta ela. As novas regras não afetarão os comerciantes licenciados para vender armas, que continuarão a mostrar o seu catálogo na rede, que conta com 1,59 bilhão de membros.

O Facebook tem regras semelhantes para outros produtos cuja venda é regulamentada, como medicamentos que requerem receita médica, ou para drogas ilegais. Facebook e Instagram já haviam restringido em 2014 as publicações sobre a compra e venda de armas a apenas os seus usuários com mais de 18 anos.

Sair da versão mobile