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Favoritos para a presidência da Câmara dos Deputados têm pendências judiciais

Seis candidatos favoritos têm seus nomes ligados a processos e denúncias. (Foto: Freepik)

Dos seis candidatos favoritos à sucessão de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) na presidência da Câmara dos Deputados, quatro enfrentam algum tipo de processo judicial, um foi citado na Operação Lava-Jato e o sexto teve prescrição nos crimes aos quais era acusado.

Entre os mais cotados, o deputado Rogério Rosso (PSD-DF) é investigado por peculato e indiciado por corrupção. Beto Mansur (PRB-SP) já foi condenado e responde a um processo por exploração de trabalho análogo à escravidão em uma fazenda em Goiás. Rodrigo Maia (DEM-RJ) teve seu nome citado na Lava-Jato por Léo Pinheiro, da empreiteira OAS. Fernando Giacobo (PR-PR), graças à prescrição, não responde a processo, mas escapou de duas ações por formação de quadrilha e crime tributário.

Heráclito Fortes (PSB-PI) já foi condenado em ação civil pública quando era prefeito de Teresina. Jovair Arantes (PTB-GO) foi condenado por usar funcionário público no comitê de campanha em 2014. Hugo Leal (PSB-RJ) foi condenado por violações administrativas em licitações no Rio de Janeiro. (AE)

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