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Flávio Bolsonaro afirma que “ninguém vai tocar” em programas sociais como o Bolsa Família

Flávio prometeu manter a política de reajuste do salário mínimo acima da inflação e os repasses do Bolsa Família. (Foto: Reprodução/X)

Durante encontro com prefeitos da Região Metropolitana de São Paulo neste domingo (11), na capital paulista, o candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) afirmou que, caso seja eleito, não pretende acabar com os programas sociais do governo federal.

Ele prometeu manter a política de reajuste do salário mínimo acima da inflação e os repasses do Bolsa Família, mas não explicou de onde viriam os cortes no orçamento sugeridos pela sua equipe econômica para controlar a dívida do governo federal.

“Não vai ter fim do Bolsa Família, foi o Bolsonaro que triplicou o valor, como alguém acredita que acabaremos com isso? É mentira. ‘Ah, o Flávio vai acabar com o reajuste do salário mínimo’. Eu não vou acabar, eu vou manter, já cansei de falar trezentas mil vezes. Ninguém vai tocar em programas sociais, eu vou só melhorar os programas sociais”, disse.

Flávio passou boa parte do discurso reclamando de “mentiras” que estariam sendo propagadas pela campanha do presidente Lula (PT). Citou, por exemplo, o canal “Exército de Lula”, que foi suspenso pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) neste domingo. “É uma coisa que causa uma revolta, a quantidade de mentiras que eles estão inventando. A estratégia de campanha é a mentira. O PT chega ao governo e tenta se sustentar com a mentira. Eu espero, de verdade, que a Justiça eleitoral continue, seja mais ágil, inclusive, porque os caras criaram até um canal de divulgação de mentiras em massa”, declarou.

Ao mesmo tempo, o candidato do PL associou, sem provas, o petista ao crime organizado, dizendo que o atual presidente “protege esses merdas” e seria o “candidato dos bandidos”. O senador também falou de um suposto plano de dominação “comunista”, em razão das sete eleições presidenciais disputadas por Lula desde 1989.

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